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Se Você Sempre Fez Igual, Deve Estar Errado

“Se você sempre fez igual, deve estar errado”, já dizia Charles Kettering. Todos podemos apresentar comportamentos diferentes em situações diferentes. Mesmo uma pessoa tímida, de vez em quando, também pode se munir de coragem e força e impressionar. Uma pessoa barulhenta pode tornar-se quieta. Uma pessoa esperta pode fazer coisas tolas.

Como reconhecer, dentre seus vários comportamentos, o ideal numa determinada situação?

Observar e Ouvir. Já reparou que existem pessoas que sempre parecem se ajustar a qualquer situação? Na hora H, quando uma coisa parece que vai dar errado, elas, simplesmente, mudam de tática. Esses são os “observadores” – sempre atentos a como outras pessoas reagem a o que eles fazem.

Eles escolhem, dentre seus vários comportamentos, o que melhor convém a uma determinada situação. São bastante focados no que o cliente quer, por exemplo. Esta competência é especialmente importante ao liderar, desenvolver e motivar outras pessoas, e em situações tensas como negociações e disputas políticas.

É Preciso Observar e Ouvir

É preciso prestar atenção na reação das pessoas a o que você está fazendo, para avaliar como elas respondem a isso.

Elas estão entediadas? Mude a velocidade. Elas estão confusas? Explique de outra maneira. Elas estão com raiva? Pare e pergunte qual é o problema. Elas estão caladas demais? Pare e faça com que participem. Elas estão ligadas em seu celular, olhando pra a janela? Pode ser que não estejam interessadas.

Vá direto ao fim de sua apresentação ou trabalho… termine, e saia! Avalie seus ouvintes com frequência, e escolha uma tática diferente, se necessário.

O Que Outros Pensam

Pergunte as pessoas o que elas acham do que você está fazendo; enquanto estiver fazendo e logo depois de ter feito.

Em geral, as pessoas não gostam de dizer o que pensam, especialmente se a opinião que têm sobre o que você faz é negativa. Geralmente, para você conseguir essa opinião, você vai precisar perguntar.

Se você perceber que não estão confortáveis em dizer o que pensam, ajude fazendo auto-afirmações do tipo: “Acho que falei demais sobre aquele assunto na reunião. O que você acha?” Pode ser mais fácil, para a maioria das pessoas, responder a uma pergunta, do que, voluntariamente, expressar sua opinião.

A maneira que me apresento é aquela condizente com o relacionamento que desejo alcançar com você.” – Luigi Pirandello

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Claudio Cordeiro

20+ anos Gestor de Pessoas em grandes multinacionais. Especialista em Direito do Trabalho.

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